sábado, 21 de janeiro de 2012
BBB, Luiza no Canadá e Ai se eu te pego
Muitos físicos e filósofos esquartejaram seus cérebros na tentativa de entender a relação espaço-tempo, de comprovar a inexistência da matéria, de nos fazer engajar em negociatas entre a ciência e o divino. Gênios! É o que gritam a quatro ventos.
Einstein, Hawking, Waters, Jobs e tantos outros. Ciência, arte e tecnologia quebrando a cabeça pra entender, resolver e tentar encaminhar a humanidade para o caminho maravilhoso da paz, que, irmã do conhecimento, jamais resistirá enquanto a ignorância perseverar.
Os heróis dessa saga vívida são mentores de coisas que a ciência nunca terá acesso e que a era da informação e a aceleração tecnológica jamais irão contemplar em plenitude. Não veremos técnicas e algoritmos que nos levem aos estalo da inspiração, ao instante mágico da idéia pura e absolutamente original. Jamais haverão aplicativos para compartilhar o espírito de um amante, de um apaixonado distante que enquanto fecha os olhos pode sentir a mão da amada em seu rosto. Ninguém conseguirá tuitar o arrepio que temos ao sentir um perfume antigo, a sensação reconfortante de um abrigo quente ou a refrescância de um banho gelado.
O máximo que temos conseguido na era da informação é um apanhado de efemeridades. A geração da informação é marcada por ser a geração mais fútil, mais antenada em sites de relacionamento e menos criativa, menos apaixonada e mais pateticamente mascarada que já existiu. O humanos não estão preparados para as tecnologias que criam. As capacidades humanas, seus sentimentos, almas e corações estão se tornando subprodutos de banco de dados, são apenas números em comércio eletrônico.
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